22 abril 2010

Kant – moralidade e racionalidade #2


Não podemos esperar que os nossos deveres sejam cumpridos por uma autoridade superior, nem impostos pelas nossas emoções: temos de os descobrir nós mesmos pelo uso autónomo da razão. Só a razão é universal e pode fazer exigências universais ao nosso comportamento. Assim, o que torna uma acção moral é o facto de ser motivada por uma aceitação racional do dever, não outro motivo qualquer, como o egoísmo, a culpa ou a compaixão.
Stephen Law, Filosofia, tr. Maria José Barbosa, Civilização, p. 297.

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«Quem hoje em dia ensina filosofia não selecciona o alimento para o seu aluno com o objectivo de lhe adular o gosto, mas sim para o modificar.»
Wittgenstein